Coisas bonitas e coloridas que já escreveram sobre a gente:
"Uno de los secretos mejor guardados de la musica brasileña atual (...) una serie de canciones inclasificables en las que se cruzan saxos, acordeones, cuerdas y palabras".
Sebastian Exposito, jornal La Nación, Buenos Aires, Argentina, 19 de junho de 2005
"A despeito do título, Música Pra Bater Pezinho, (...) não é para qualquer bailarico. Calcado na ironia tanto poética quanto musical (...), o CD acumula surpresas, (...) vadeia gêneros (...) e calibra a salada estilística que evoca do canto falado do Grupo Rumo à babel do Karnak. Humor fino e música densa."
Tárik de Souza, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil, 09 de junho de 2005
"Chegam ao ponto exato de maturação. (...) As combinações se equilibram, as ousadias vêm com certeza, o desempenho instrumental é de time campeão. (...) A música ganhou em sofisticação (...) dialoga com vanguarda e tradição ao mesmo tempo (...) É uma orquestra experimental, um conjunto melódico, um combo de jazz, uma bandinha alemã.(...) Como os tropicalistas antropofágicos fizeram nos anos 60. (...) Arthur é nosso Rogério Duprat. (...) São faixas como estas que dividem épocas(...) delimitam o melhor que temos".
Juarez Fonseca, revista Aplauso, RS, Brasil, Abril de 2005
"Que troço bom! (...) Não apenas uma impressionante exuberância técnica, a excelência da gravação; é também pela filosofia ali contida. (...) Um disco que convida o ouvinte a mergulhar na mais profunda das águas da música popular. (...) Uma intensa mobilização da nossa inteligência. Não perca."
Luís Augusto Fischer, Jornal ABC Domingo, RS, Brasil, 27 de Março de 2005
"Humor inteligente, versos bem elaborados, ligações com a poesia, canções bem feitas e bem tocadas. (...) O conjunto (...) é composto de excelentes músicos. (...) É seu disco mais diversificado, mas nem por isso menos coeso."
Lauro Lisboa Garcia, jornal O Estado de São Paulo, São Paulo, 26 de Março de 2005
"O grande gosto de ouvir Los Hermanos me devolveu ao mais recente disco de Arthur de Faria & Seu Conjunto, Música pra Bater Pezinho, que é melhor que os discos dos cariocas. (...) É existencialmente mais maduro, (...) freqüenta águas mais profundas e exigentes. (...) É a ironia, essa suprema virtude da inteligência, (...) visão de mundo que depende de um ângulo adequado para olhar para a vida – o olhar de viés, de banda, de revesgueio. (...) o alcance da conversa vai correr no leito da vida adulta, sem concessões, (...) Para o Arthur, a música (...) nunca é um mero produto de mercado. (...) Ali está também a voz do Arthur cantando/dizendo que não é todo dia que a gente agüenta o triste espetáculo humano".
Luís Augusto Fischer, jornal Zero Hora, jornal Zero Hora, Porto Alegre, RS, 22 de Março de 2005.
"Música pra Bater Pezinho (...) me fez lembrar os bons tempos do Tropicalismo. Há criatividade contagiante, música sem fronteiras, força poética, respingos vanguardistas e antropofagia. (...) Tudo está fechadinho: o repertório, os arranjos, a gravação, os convidados e, é claro, o Conjunto. (...) São brilhantes os desempenhos (...) Fazendo, além do melhor, seu disco mais fluente. Pop? Pois é, pop".
Juarez Fonseca. Jornal ABC Domingo, RS, 20 de março de 2005
"Um bom sinônimo para o CD (...) é maturidade. (...) um disco que investe tanto na letra quanto na melodia, tanto nos arranjos quanto no conceito. É como se Arthur e seus companheiros batessem o pezinho e reivindicassem que as fronteiras são inventadas pelo mercado, que a música pode ser de qualidade e, ainda assim, boa o suficiente para bater pezinho. (...) um conjunto de canções, não de propostas, sem perder a qualidade do "texto" das músicas".
Renato Mendonça, Jornal Zero Hora, RS, Brasil, 2 de março de 2005
"Imagine um polvo, um polvo gaúcho. (...) Seus tentáculos alcançam rapidamente sonoridades tão diferentes umas da outras que é impossível definir em qual gênero se encaixa (...) e esse ecletismo não é um clichê qualquer. Estão lá, (...) jazz, Arrigo Barnabé, rock, Frank Zappa, fanfarra, Tom Jobim, música erudita, Björk, tango, MPB, pop, Radamés Gnatalli, Beatles, eletrônico, Black Sabbath e outras bossas e milongas".
Dafne Sampaio, jornal Folha de São Paulo, São Paulo, Brasil, 08 de Fevereiro de 2005
"Cabe de tudo no caldeirão sonoro deste álbum, de reggae, xote e forrós a tango e MPB, tudo temperado com certo bom humor e uma boa dose de nonsense.".
Revista MTV, fevereiro de 2005
"A música de Arthur de Faria são muitas em uma só. Tem jazz, tango, rock'n'roll, Hermeto Paschoal, canções, pop, Egberto Gismonti, Mutantes e outras mil músicas. Tem muitos humores também, principalmente os bons"
Site Gafieiras.com, fevereiro de 2005
"Ele musicou poesias, buscou Piazzolas, Hermetos e Egbertos. E fez um som muito divertido."
Jornal O Estado de São Paulo, São Paulo, fevereiro de 2005
"Música pra Bater Pezinho começa e termina com o ruído característico das velhas vitrolas, mas o anacronismo pára por aí: guitarras distorcidas e elementos da música pop demonstram a busca cada vez maior do grupo por uma sonoridade moderna".
Site da Revista Aplauso, RS, Brasil, fevereiro 2005
"Conhecida figura do Rio Grande do Sul, ídolo de muitos músicos, (...) Arthur de Faria consegue, com seu Conjunto, a façanha de combinar arranjos orquestrais elaborados com a mesma criatividade e irreverência de sempre. O resultado é uma espécie de Carla Bley dos pampas, um híbrido de experimental com acessível que deve ser escutado obrigatoriamente".
Site Tratore
"Todo arranjador deste país devia ter uma foto desse cara pregada no quarto. Ninguém nesta terra, mas ninguém mesmo, trabalha com orquestra deste jeito. É livre, leve, solto, sem pompa, sem ranço de "pesquisa". É engraçado, pirado, comovente e arriscado, tudo ao mesmo tempo. E sem forçar a barra do experimentalismo."
Maurício Bussab, Site Tratore
"Mesclando elementos de jazz, música de vanguarda e uma base sólida da boa e tradicional música brasileira, o (...) conjunto pode ser definido pelo título do disco de estréia deles: Música pra Gente Grande (...) As influências (Piazzola, Radamés Gnatalli, o uruguaio Leo Masliah) continuam presentes e admitidas (...) por um time de primeira (...) Ouvir a música de Arthur de Faria & Seu Conjunto é mais que um exercício auditivo. É aceitar suas deliciosas provocações estético-musicais".
Jimi Joe, jornal O Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil, 21 de Outubro de 2002
"Me impressionou seu estilo de vanguarda na medida certa. (...)
Em El Alba, da Suíte Com Vista Para o Prata, com um solo de fagote anarcoexpressivo (...) um esguio arranjo de cordas vem atestar o Arthur como gênio. (...) Jobiniano e ao mesmo tempo Arriguiano (...) Arthur (...) mereceria estar lá no tal eixo Rio/SP, ao lado dos grandes compositores do berço esplêndido, mas não sei se ele quer. Aqui nos Estados Livres do Prata ele é um dos pioneiros, assim como Vitor Ramil, a impor à geografia o seu talento.".
Saulo Wanderley, site Café Music, 12 de Setembro de 2002
"Arthur gosta de uma atitude provocativa (...) a ironia, a blague, surfando em ondas inusitadas para chamar a atenção, para desacomodar o ouvinte. (...) Com a matéria prima da cultura popular (...) da Grande Comarca do Pampa, Arthur levou os ritmos (...) para passear num parque de diversões adulto, animado por (...) feras do porte de um Clóvis Boca Freire, de um Sérgio Karam, de um Adolfo Almeida Júnior.".
Luís Augusto Fischer, jornal ABC Domingo, Rio Grande do Sul, Brasil.
"Se, por uma dessas loucuras humanas, Arthur de Faria decidisse hoje, aos 33 anos, interromper sua carreira (...) já teria assegurado um lugar de destaque na história da música no Rio Grande do Sul. De pouquíssimos, com essa idade, se pode dizer isso (...) Não sei onde poderá chegar, pois o tempo que tem pela frente é enorme."
Juarez Fonseca, jornal ABC Domingo, Rio Grande do Sul, 31 de Março de 2002.
"Mezcla de elementos de jazz y música de vanguardia con una sólida base de buena y tradicional música brasileña".
Programa do IV Festival Internacional de Buenos Aires, Argentina
"Poucas vezes valeu tanto a pena sair de casa como para assistir o show do Arthur de Faria & Seu Conjunto no Theatro São Pedro. (...) É música para gente que gosta de desafios, de pensar.".
Marcelo Träsel, fanzine virtual CardosOnline, Porto Alegre, 7 de dezembro de 2000
"Arthur de Faria finden sich Mitglieder des klassischen Symphonieorchesters der Stadt Porto Alegre ebenso wie Hardcore-Jazzer, Folk- und Rockmusiker. Der Sound (...) ist von den Jazzbands des Porto Alegre der 20er Jahre inspiriert, die aus der Mischung der musikalischen Traditionen der italienischen, deutschen, jüdischen und portugiesischen Einwanderer entstanden waren".
Wuk Magazine. Viena, Áustria, fevereiro de 2000
"Sem o estilo normal e formal dos espetáculos musicais, Música Pra Gente Grande faz uma divertida passagem por diversos gêneros, chegando a ser contemporâneo e bufo ao mesmo tempo. (...) Longe dos shows comerciais e pasteurizados, Arthur de Faria & Seu Conjunto fazem Música pra Gente Grande."
Jornal VS. São Leopoldo, primeiro de outubro de 98
"(O disco é) acustico y fresco.(...) Bien grabado, limpio, prolijo, y, lo que es mas dificil en una grabacion... con mucho swing (...) Como toca el saxofonista Karam! Realmente. (...) El bajista Boca Freire tambien me quemó la cabeza."
Elbio Barilari, crítico de música do La Raza Newspaper, jornal de língua espanhola em Chicago, setembro de 98
"O resultado, simples/complexo, é marcado por fino humor. (...) Tenho uma boa quilometragem em crítica musical e, escudado nela, ouso dizer que não há no Brasil nada parecido com o trabalho de Arthur de Faria & Seu Conjunto".
Juarez Fonseca, crítico, revista Sucesso CD. São Paulo/Rio de Janeiro, março de 98
"O critico mais conceituado de Praga, (...) se esvaiu em adjetivos(...). Confessou que nunca tinha ouvido um repertório tão variado num mesmo disco, ainda mais com a panacéia de influências aparentemente incompatíveis - como o jazz e a polca, a valsa, baião etc. (...) O show foi um sucesso. (...). Arthur foi recebido como gênio inovador, que utiliza o que nossa tradição tem de melhor, mas mixa de forma diferente."
Fabiano Golgo, direto de Praga, para o jornal ABC Domingo. Grande Porto Alegre, 15 de fevereiro de 1998.
"Arthur de Faria & Seu Conjunto fazem uma música de câmara elegante, singela e refinada"
Concerto Magazin. Viena - Áustria, fevereiro de 1998.
"Música para gente adulta, mas sem dúvida, muito bem-humorada e nada aborrecida. Arthur de Faria & Seu Conjunto fazem música brasileira num clima Eric Satie. É o show do mês."
sabe do q mais? eu nunca pensei q tu pudesse se lembrar de mim... achei que acontece tantas vezes, que eu era so mais uma que pediu uma foto... e quarta feira, fui eu que perguntei durante o cafezinho se haveria o show em novo hamburgo... pq tou curiosa pra ver um show seu. eh que poa eh longe pra mim... tenho 16 anos, e meus pais nao tem carro... ai fico na vontade de ir aos teus shows. e agora q vc vai estar nh... por favor, nao desmarque!! espero realmente, anciosamente pelo show... e tenho a foto que tirei contigo... e nunca vou me esuqecer... isso sim, sao idolos!! obrigado... e como eu disse daquela vez... tec udia!
nao posso dizer que conheco muito sobre musica, mas posso dizer que desde que comecei a ouvir o seu conjunto, parei um pouco para pensar no que realmente eh musica! e digo mais uma coisa... depois do show do taukbin na ufrgs, comecei a pensar melhor sobre o que eh samba de raiz... cmo sou mais uma menina do rock ( tenho aprenas 16 anos), nao sou muito do samba. mas comecei a repensar o que eh o samba na nossa cultura... a proposito, falando sobre o show do taukbin, eu sou a pessoinha que tirou a foto com voce! enfim artur, estou ansiosa pelo show em novo hamburgo... e vou querer mais uma foto! Adriane fernandes