MECHANICS
“Sábado(12/3). Pré-festa 19 Anos da Hocus Pocus (@sebohocuspocus). Mechanics, Cicuta e discotecagem de vinil no Met http://twitpic.com/485rcz”
Música
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Fogo
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VIRA-LATAS
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DESMORTO
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Informações Gerais
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Gênero: Experimental / Garagem / Rock
Local Goiânia, Goiás, BR
Exibições de Perfil: 42187
Último Login: 11/01/2011
Membro Desde 20/10/2006
Site myspace.com/mechanicsrock
Tipo de Selo Indie
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Biografia
.. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..BARULHEIRA MARGINAL .. ....Por Caio Henrique Salgado.... .... Banda veterana, suja, pesada e apaixonada por tudo aquilo que pode ser identificado como marginal, o Mechanics apresenta uma mudança corajosa no novíssimo 12 ARCANOS. As letras agora são berradas em nossa língua oficial. Uma guinada e tanto, já que com rara exceção da bizarra e clássica Formigas Comem Porra, quase tudo da banda, em 15 anos de atividade, foi feito em inglês e por um objetivo muito simples. “Quando comecei a ouvir rock, eu não entendia nada de inglês. Naquela época, a voz chegava até mim de forma completamente instintiva, funcionava como um instrumento apenas. E foi buscando esse aspecto subjetivo que eu comecei a fazer música”, lembra o vocalista e sócio da Monstro Discos, Márcio Jr... ....Sem preocupação alguma com a recepção que o público terá da agressividade ouvida pela primeira vez com clareza (será?), a ideia é fazer dessa novidade mais um desafio na história da única banda que tocou em todas as edições do Goiânia Noise Festival. Com seu lugar fincado no hall das mais importantes de Goiás e também na cena independente nacional, a proposta feita por Márcio (compositor na totalidade das canções) pode ser lida como uma tentativa de esclarecer, em bom português, as principais fontes para a criação da banda durante todos esses anos. Sem pudor (ainda bem), nome e tema das faixas vão de Sangue, Ódio, Horror-Morbidez até Beleza e Máquina... ....Bem do jeito que Márcio e companhia gostam de fazer as coisas, esse conceito retirado dos arquétipos responsáveis pela inspiração dos malditos Mechanics não acaba na bizarrice apresentada nas letras. Enquanto pensava nos caminhos possíveis para esse CD, o monstro foi a Brasília para uma palestra com um grande ídolo, o cineasta, escritor e quadrinista Alejandro Jodorowsky (artista cult que, entre outras coisas, tinha como projeto uma versão cinematográfica de 18 horas para o clássico Duna). “Jodorowsky é um gênio, um exemplo ímpar do artista total. Como cineasta fez El Topo e Santa Sangre. Nos quadrinhos, é autor da seminal série de ficção fantástica O Incal, desenhada por Moebius. Ao lado de Fernando Arrabal desenvolveu o Teatro Pânico. Além disso, é criador da psicomagia (técnica usada para “cura” espiritual) e o responsável pela descoberta do Tarô de Marselha, o mais antigo de que se tem registro”, revela o vocalista... ....Naquele dia, Márcio teve conhecimento de que não existe adivinhação nas técnicas desse jogo de cartas. “Na verdade, o tarô trabalha com arquétipos e isso casou perfeitamente com o que queríamos para esse CD do Mechanics”, explica. Sendo assim, o Mechanics não perdeu a chance e fez, mais uma vez, um disco que pede algo além da compreensão auditiva. “Eu sempre gostei de dialogar a minha música com outras artes e esse é o diferencial do Mechanics”, defende o vocalista... ....Além do rock.. ....Quando a banda, também formada por Katú (guitarra), Ricardo Darin (guitarra), Little John (baixo) e Pedro Hiccup (bateria), resolveu colocar em prática o projeto de 12 Arcanos (pela primeira vez na carreira do Mechanics tudo foi pensado com datas certas), Márcio Jr. tinha na cabeça o nome ideal para assumir a arte do disco, o veterano Lauro Roberto. “Ele é uma das principais referências do efervescente movimento de fanzines nas décadas de 80 e 90. Eu também participava disso e o conheço desde essa época”, relembra o monstro, que considera Lauro o nome mais apropriado para alcançar a carga dramática necessária para o disco. “Não tinha ninguém melhor para esse trabalho. Eu só passava a letra, os conceitos. O básico para ele soltar os demônios e fazer essas ilustrações geniais”, elogia... ....A bolachinha lançada pela Monstro Discos não só traz uma arte refinada para a capa, mas sim cartas de tarô (arcanos) para cada uma das 12 faixas, subvertendo a ideia dos tradicionais encartes. Além de um resultado estético diferenciado, especialmente para esses tempos nos quais a ideia de álbum está em baixa, a iniciativa representa bem o espírito Mechanics, que fez de Music for Anthropomorphics um ambicioso CD..livro capaz de dialogar HQ em sua forma mais suja e rock barulhento... ....Ao mesmo passo, os arcanos surgem aqui em uma representação sombria. A proposta é acompanhar a audição das canções com a carta correspondente e, para compor com as diversas possibilidades desse jogo, Márcio Jr. apresenta caminhos inusitados para um álbum conceitual: “Eu desafio quem comprar o disco a colocá-lo no shuffle, com as cartas nas mãos, e seguir a nova lógica. Será perturbador”, profetiza. .. .. .. ..!!! Start Code To Apply Top Banner !!!!.. ...... ...... .. Custom top banner code by Eileen.. .. .. .. .. ...... ...... ..!!! End Code To Apply Top Banner !!!.. -
Membros
....A origem de Todo Mal.. ....Por EuDenes Romão.... ....Na primeira metade da década de 90, Seattle era o novo caminho de Santiago, pois o punk, além do som e da fúria, nos mostrou que qualquer retardado poderia ter uma banda. Com o Nirvana, camisas xadrez e guitarras heavy apunkalhadas veio a mensagem de que mesmo os lugares mais remotos poderiam ter sua própria cena de bandas novas, independentes e autorais. Em Goiânia não foi diferente e logo começou a se desenvolver uma movimentação que engrossaria o caldo da nova geração rocker, propiciando a brodagem e o deflagrar desse tal GRock como o conhecemos hoje. .. ....Dentro desta história, lá pelos idos de 94, pisou no CHÃO goiano, com um som vagabundo e desorientado à procura de uma aventura qualquer, o Mechanics – banda gerada no bairro central, tradicional berço da roqueiragem local. Há 15 anos, imaginei ser FOGO-fátuo. Tempos depois, mais barulhento e doidão, passa a atacar como aguerrido e eufórico militante de uma nova cultura urbana que ia varrer de vez o muco cultural da cidade, e com isso trouxe de volta a diversão e uma doidificação estética a cargo de um processo de criação cada vez mais doentio, cheio de ÓDIO e desejo de incomodar. Mas o que interessa é que a maldição veio atravessando os anos sempre em combustão, com algumas baixas e cooptação de outros comparsas pela estrada. .. ....Os guias espirituais deste monstro iconoclasta são (fazem parte) das facções destruidoras e autorais da rockultura, na sua veia mais corrosiva. Pois fora precisamente entre a porralouquice stoogeana, o delírio à la Bowie e a brutalidade dos Melvins que aprendera que um VIRA-LATAS deve fazer o caminho ele mesmo. Sem pedigree, mas com envergadura e desprezo pelo estabelecido, produziu a configuração musical mais desafiadora da estética local dos anos 90/00. .. ....No caminho do Mechanics, a agrura da sarna, dos atropelamentos e das pedradas nunca o fizeram se arrastar como DESMORTO pelos palcos da CIDADE, mas, sim, conferiu fibra à sua alma desregrada, que sempre desencadeou em shows explosivos, insanos e em uma busca desenfreada de intensidade e embriaguês onde o importante é arrancar a reação das pessoas. Mesmo que isto custe mais uma CICATRIZ. Sempre em combustão. Nesse ínterim, ganhará fama de “maldito e amaldiçoado”. .. ....Ao longo desta década e meia de sobrevivência, acabou criando um universo particular. A obra mechanica trafega por uma cosmogonia singular, na qual o traço de contornos surreais e expressionistas integra-se à doses generosas de sexo, excessos, violência e SANGUE em profusão. Como resultado, esta QUÍMICA NEGRA de forças, diferenças e similaridades que se desenvolvem nos conceitos de toda a sua produção. Sempre estão a lançar obras impiedosas, pungentes e inquisitivas, cheias de HORROR-MORBIDEZ, derivando na maioria das vezes para o macabro experimentalismo às margens do rock aqui produzido. .. ....Quinze anos depois, a MÁQUINA continua mortífera com seus riffs demenciais, gritos esporrentos e cozinha de base sólida como lápide. Nada de resgate ou recorte de uma época. É Rock’n’Roll de verdade, meu filho. O princípio geral do Mechanics é o caos (ao invés da harmonia), o improcedente (ao invés do adequado), o feio (ao invés da BELEZA). Ruptura total. .. ....Mechanics.... ....Márcio Jr. (Vocais).... ....Katú (Guitarra).... ....Ricardo Darin (Guitarra).... ....Little John (Baixo).... ....Pedro Henrique (Bateria).... -
Influências
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Semelhantes
.. .. .. .. .. .. .. Esse chute no estômago representa um olhar para os cantos mais obscuros da psique humana. Um surto primal carregado de riffs sujos, pesados, uma poderosa artilharia sonora carregada também por letras incríveis. .. .. .. .. .. .. .. ..Entrevista com Márcio jr vocal do Mechanics. No bate-papo ele fala de novo disco "12 Arcanos" e dá uma geral dos 15 anos de rock cada dia mais doidificado e esporrento. .. .. .. .. .. .. .. .. MUSICA: MAQUINA - 1º Clipe saido do novo disco 12 Arcanos. A produção artística foi realizada pelo guitarman Katú e produção executiva a cargo da Olho Comunicação. .. .. .. .. .. .. .. .. Sempre à frente em experimentações de conceitos estanhos e amaldiçoados, Mechanics lança novo vídeo, gravado durante a performance ao vivo da banda no “Bananada 2010”. O clipe traz um dos hits do novo disco 12 Arcanos, a musica “Ódio”. A realização do vídeo é resultado da parceria da banda com a Olho Comunicação. O cineasta Piva Barreto assina a direção de imagens e o guitarrista do Mechanics Katú assina a produção e edição final. .. .. .. .. .. .. .. .. MUSICA: I AM JOE'S FEAR OF DISEASE - 2º Clipe saido do novo disco 12 Arcanos. Clipe editado com imagens gravadas em Brasília durante uma apresentação. As cenas do show foram feitas por um colega da banda, oTubarão. I Am Joe..s Fear Of Disease está no Álbum 12 Arcanos e foi a última música escrita em inglês pelos Mechanics. .. .. .. .. .. .. .. .. MUSICA: SHADOW - Clipe editado com imagens feitas antes do show acústico na Feira do Livro de Palmas (TO) e durante o show. O ex-baterista do Mechanics que hoje vive em Palmas, Jaime Queiroz, foi quem captou as cenas da apresentação.
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- MECHANICS1 ano atrás






